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Notas da Produção - Blackmailing erra do
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Notas da Produção - Blackmailing erra do
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ncionários e outras pessoas negras não tinham permissão para irem às
praias da Flórida dos anos 20, época de segregação rac
ial. Em 1935,
com
a ajuda de Eleano
Roosevelt, entre outras pessoas, ele conseguiu
comprar este grande pedaço de terra à beira-mar e um verdadeiro êxodo
passou a acontecer toda sexta-feira à noite em Jacksonville. Era quando
todos partiam para passa Blackmailing o fim deemana na praia, incluindo artistas
como Cab Callaway e Ray Charles. Eles terminavam suas performances em
Jacksonville, e daí seguiam para a noite de American Beach. Este é o
tipo de história que atrai a atenção de John Sayles, que é_ fascinado
pela história dos negros americanos, e por história em geral."
John Sayles descobriu Amelia Island quando procurava locações para
outro projeto baseado num conto que ele havia escrito há muitosc nos
sobre caçadores de tesouros na costa oeste da Flórida. "Fiquei
perplexo em ver como as comunidades locais mudaram desde a minha última
visita há 15 anos. A Flórida que eu havia escrito não existia mais. Eu
vi em um guia tópicos sobre as comunidades de Amelia Island e American
Beach . E como eu sempre fui fascinado com o fenômeno American Beach,
resolvi ir até lá. O que encontrei foi uma ilha com todos os elementos -
o antigo e o novo, o sotaque local, comércio e cadeias de corporações,
comunidades fechadas, a história como lenda, atrações turísticas,
mercado imobiliário como o tema central da política e comunidades
raciais paralelas, tudo socado num lugar relativamente pequeno." Os
personagens de SUNSHINE STATE se formaram rapidamente - "eles
surgiram da idéia de pessoas negras e brancas se cruzando ocasionalmente.
Uma mulher percebe que precisa partir, enquanto a outra descobre que
talvez aceitaria retornar."
Um aclamado cineasta independente por três décadas de carreira,
Sayles reuniu um conjunto de atores com quem ele freqüentemente trabalha,
e entre os seus favoritos Tom Wright, Gordon Clapp e Clifton James
aparecem em SUNSHINE STATE. "Nós tivemos muita sorte na escolha do
elenco durante esses anos. Os atores em SUNSHINE STATE são uma mistura de
pessoas com quem eu já havia trabalhado antes e outras cujos trabalhos eu
admirava mas não tinha tido a oportunidade de trabalhar juntos. Uma das
coisas que eu mais gosto numa produção é reunir bons atores e
proporcionar um ambiente adequado para eles trabalharem em equipe. Quanto
melhores os atores, mais fácil torna-se o trabalho do diretor",
afirma Sayles.
Angela Bassett trabalhou com Sayles no começo de sua carreira em TUDO
PELA VIDA (PASSION FISH) e VIDA DE CIDADE (CITY OF HOPE) antes de se
transformar em grande estrela com sua performance no papel de Tina Turner
em TINA (WHAT'S LOVE GOT TO DO WITH IT). Nascida no estado da Flórida,
ela vibrou com o projeto: "É sempre um prazer quando ele me chama.
Eu realmente gosto de trabalhar com John porque é sempre uma maravilhosa
experiência em conjunto. Ele sabe muito bem o que espera dos personagens,
mas ao mesmo tempo concede a você bastante flexibilidade. Você tem a
oportunidade de trabalhar em equipe. Você tem limites estipulados por
ele, mas também garante aquela sensação de liberdade como
artista."
Edie Falco, mais conhecida por seu trabalho no seriado da HBO The
Sopranos, que lhe garantiu dois prêmios Emmy, trabalhou pela primeira vez
com Sayles em SUNSHINE STATE e ficou feliz em poder retornar às raízes
no universo do cinema independente. Segundo ela, "Hollywood entrou na
indústria do cinema independente e a transformou dramaticamente, mas esta
experiência nos fez sentir voltando aos velhos tempos. Nós gostamos da
história, e de cada um do grupo, e todos nós amamos fazer filmes. John
tem o costume de cercar-se de pessoas que compartilham uma energia
parecida. Ele leva o seu trabalho muito a sério, mas não se estressa com
as coisas."
Edie adorou encarnar a personagem Marly: "Definitivamente eu me
identifiquei com ela e fiquei feliz de perceber que ela não tinha nada
das personagens que eu já tinha interpretado antes. Ela é uma mulher
solteira, não é uma esposa nem uma mãe, o que fez a diferença. Apesar
de ela não querer a responsabilidade dos negócios do pai, sua família
tem vivido na ilha por muitas gerações. Ela é uma nativa que com a
chegada de pessoas de fora defende com unhas e dentes a sua terra e quer
ter a certeza que todos hajam de forma correta no lugar."
No filme, tanto a personagem de Edie quanto a de Angela lutam para
incorporar o antigo ao novo, buscando o que preservar e o que deixar virar
passado. Elas retornam já adultas à cidade que deixaram quando ainda
eram pequenas. E percebem que seus pais começam a envelhecer e que a
pacata cidadezinha em que viviam transformou-se na Meca para especuladores
imobiliários e gente de outras partes. Segundo Sayles, "Mudanças
são difíceis na vida de qualquer pessoa. O que você espera é que as
coisas boas sejam mantidas e as que não servem eliminadas. A segregação
racial fez parte dos melhores dias da vida de Furman (interpretado por
Ralph Waite), um triste legado, mas de fundamental importância por fazer
de Lincoln Beach um especial centro de cultura afro-americana na época.
Com o fim da segregação, a comunidade negra ganhou acesso a todas as
áreas antes proibidas, mas acabou perdendo a sua natureza coesiva. Há
muito dinheiro para ser feito com a venda de casas de frente para o mar ou
negócios para abrigar grandes empresas, mas um estilo de vida desaparece
e pessoas se tornam mais isoladas, o mundo fica menos "pessoal".
Marly (Edie Falco) tem tentado manter o sonho do pai para satisfazê-lo -
mas a verdade é que este não é o sonho de sua vida. Desiree (Angela
Bassett) conseguiu apagar tudo em relação a seu passado, a sua família,
e descobre que já possui força suficiente para restabelecer contato e
enfrentar as conseqüências".
.
Jane Alexander e Ralph Waite interpretam o papel dos pais de Marly,
Miss Delia e Furman. Alexander trabalhou no passado com Sayles num filme
de dança para um canal público de TV e adorou a experiência de
colaborar com ele de novo. "Foi maravilhosos para mim porque John e
Maggie possuem uma longa experiência de fazer filmes juntos que realmente
faz proporcionar uma relação especial e a realização projetos de temas
especiais. O cenário deste filme é muito importante para John e nesta
produção ele investiga esse lugar e acabou construindo esses personagens
incríveis - é um filme complexo, maravilhoso e divertido. O humor é uma
constante. E é bacana trabalhar num filme de John Sayles porque ele
possui um temperamento tranqüilo. Ele sabe exatamente o que ele deseja e
o roteiro é tão bem escrito que chega a facilitar o seu trabalho. Foi
fantástico participar deste filme."
Mais conhecido como o pai sábio do seriado Os Waltons (The Waltons),
Ralph Waite agarrou a oportunidade de interpretar o papel de Furman.
"No mesmo dia que recebi este roteiro, eu fui convidado para fazer um
filme da Disney na Austrália. Mas quando eu li este material, eu não
podia fazer outra escolha. Gostei tanto da história quanto do personagem.
Ao contrário de outros filmes de hoje em dia, este realmente fala de algo
interessante. É sempre um prazer fazer algo que tenha conteúdo e conte
alguma coisa real sobre a vida, e ao mesmo tempo de maneira tão bem
elaborada. Nós observamos um lugar onde a vida era muito simples e bonita
e, de repente, empreendedores começam a chegar e a tomar conta de tudo,
destruindo o visual da região ao construírem esses enormes
empreendimentos imobiliários que roubam a beleza e particularidade do
local, tornando-se impossível a vida para pessoas comuns. Vejo como se
meu personagem fosse Rei Lear rural. Ele é um homem da região que fez o
bem, mas por causa da diabete, da perda da visão, do envelhecimento, ele
percebe que a vida está chegando ao fim e que ele está perdendo o seu
poder. Ele não quer se render, mas as forças estão todas contra ele.
Ele as confronta, mas, infelizmente, somente com o uso das palavras. Ele
é um personagem interessante e, conforme eu mesmo fui me tornando mais
velho, descobri que realmente nosso poder diminui, tanto mental quanto
fisicamente. Fui maravilhoso encarnar um homem de idade que continua
lutando na vida," analisa Ralph.
Tal como Waite, James McDaniel, que interpreta o marido de Desiree,
Reggie, era um novato no universo de Sayles. Mas um fã de longa data.
"Eu sempre fui um grande admirador do trabalho de John. Ele é um
contestador especial, um presente para os Estados Unidos. Eu tenho um
respeito muito grande por tudo o que ele tem feito. Portanto, além do
trabalho de ator, fazer este filme foi uma aventura, porque eu também sou
diretor de cinema e foi uma oportunidade única poder observar como ele
trabalha. Ele tem um estilo de trabalho no set extremamente calmo, suave,
o que nós atores não vemos com freqüência. Ele é gentil e confiante,
e sabe quando consegue o que busca dos atores porque ele também conhece
bem a história", ressalta McDaniel.
Como é característico dos filmes de Sayles, o drama pessoal em
SUNSHINE STATE reflete uma época e um lugar muito reais na vida
americana. Fascinado pela maneira como as forças políticas e sociais
modelam nossa experiência pessoal, em SUNSHINE STATE Sayles explora o
quanto o desenvolvimento e a expansão americana afetam a rotina de cada
um, dos mais antigos aos recém chegados. Os Estados Unidos tem sido
sempre a terra das mudanças, onde se descarta o antigo em detrimento do
novo, mas Sayles avista algo novo acontecendo no país: "Nós temos o
costume de celebrar a tradição do homem que vence com seu próprio
esforço, do empreendedor inovador que faz fortuna através da
originalidade e força de seu trabalho. Muitas leis têm sido aprovadas
para o combate de monopólios e para deixar espaço para "os mais
pequenos". Mas nos últimos 15 anos tem havido um conluio entre o
governo e negócios internacionais que praticamente assegura a capacidade
de grandes fortunas extinguirem negócios menores e os empregos se
concentrarem no país que menos protege seus trabalhadores. Eu vejo o
patriotismo e o consumismo sendo tratados como virtudes idênticas. O
cidadão comum tem menos controle de sua vida - comida, cultura regional e
diversão viraram padrão. Até mesmo a história, como se vê em SUNSHINE
STATE, é tratada como um bem de consumo."
O estado da Flórida tem inspirado muitos escritores, de Wallace
Stevens a Charles Willeford, de John D. MacDonald a Carl Hiassen, muitos
dos quais escrevem com um toque de humor sobre uma Flórida mal-cuidada e
mercenária. Sayles vê SUNSHINE STATE como parte desta grande tradição.
"A Flórida continua sendo um de nossos estados mais
esquizofrênicos, como ilustrou o final das eleições com os candidatos
Bush e Gore. As pessoas do sul, do norte, centro-oeste, negros, brancos,
latinos, todos vivendo juntos num estado que certa vez foi considerado um
pântano inabitável e então se transformou num paraíso criado pela
publicidade", diz o diretor. É esta tensão entre o sonho chamado de
Flórida e a realidade que constrói este drama e as ricas
particularidades dos personagens de SUNSHINE STATE.
Sobre o Elenco
Em Ordem Alfabética...
JANE ALEXANDER (Delia Temple) ganhou um prêmio Tony por sua
performance de estréia na Broadway, em 1968, na produção The Great
White Hope, dirigida por Edwin Sherin, e desde então já recebeu
indicações por suas interpretações em 6 Rooms Riv Vu, Find Your Way
Home, First Monday in October, The Visit, The Sisters Rosensweig, e mais
recentemente Honour. Outras de suas aparições nos palcos de Nova York
ocorreram em Approaching Zanzibar, por Tina Howe, The Heiress, Hamlet,
Monday After the Miracle e Shadowlands, cuja interpretação do papel de
Joy Davidman lhe garantiu muitos elogios da crítica. Jane Alexander tem
equilibrado sua carreira entre o cinema e a televisão com uma longa lista
de créditos. Ela foi indicada para quatro prêmios da
Academia ®, por A GRANDE ESPERANÇA BRANCA (THE GREAT WHITE HOPE), TODOS
OS HOMENS DO PRESIDENTE (ALL THE PRESIDENT'S MEN), KRAMER VS. KRAMER e
TESTAMENTO (TESTAMENT). Na televisão, ela encarnou Eleanor Roosevelt (na
minissérie de sucesso Eleanor and Franklin), Calamity Jane, Georgia
O'Keefe (na produção da rede PBS A Marriage: Georgia O'Keefe and Alfred
Steiglitz), e Alma Rose em Playing For Time, pela qual ela ganhou um
prêmio Emmy.
MARY ALICE (Eunice Stokes) trabalhou com consagrados cineastas como
Clint Eastwood (UM MUNDO PERFEITO/ A PERFECT WORLD), Spike Lee (MALCOLM
X), Brian De Palma
(A FOGUEIRA DAS VAIDADES/ BONFIRE OF THE VANITIES), Penny Marshall (TEMPO
DE DESPERTAR/AWAKENINGS) e Charles Burnett (NÃO DURMA NERVOSO/ TO SLEEP
WITH ANGER). Ela foi presença constante na série da NBC A Different
World, recebeu uma indicação para o Emmy por seu trabalho em I'll Fly
Away, e apareceu em vários outros seriados, incluindo Providence, Touched
By An Angel e Laurel Avenue, além da minissérie The Women of Brewster
Place. Entre seus vários créditos no teatro estão The Vagina
Monologues, Having Our Say, Richard III, A Raisin in the Sun e Fences,
pelos quais ela recebeu tanto o prêmio Tony quanto o prêmio Drama Desk
na categoria de Melhor Atriz.
ANGELA BASSETT (Desiree Perry) foi indicada ao Oscar® e ganhou um
Globo de Ouro por sua inesquecível performance no papel de Tina Turner em
TINA (WHAT'S LOVE GOT TO DO WITH IT). Recentemente, ela estrelou em A
CARTADA FINAL (THE SCORE), contracenando com Robert DeNiro, Ed Norton e
Marlon Brando, e no drama de Athol Fugard BOESMAN & LENA, com Danny
Glover, pelo qual ela recebeu uma indicação para o Image Award de Melhor
Atriz em um longa-metragem. Também recentemente ela terminou de filmar
Rosa Parks para a rede CBS de televisão. Bassett protagonizou no ano
passado o thriller de ficção SUPERNOVA, com James Spader; o aclamado
MÚSICA DO CORAÇÃO (MUSIC OF THE HEART), ao lado de Meryl Streep, sob a
direção de Wes Craven; e a adaptação para o cinema, em 1998, do livro
de Terry McMillan A NOVA PAIXÃO DE STELLA (HOW STELLA GOT HER GROOVE BACK),
com Whoopi Goldberg e Taye Diggs. Entre outros créditos de Angela Bassett
estão o blockbuster CONTATO (CONTACT), com Jodie Foster, e o popular
FALANDO DE AMOR (WAITING TO EXHALE), dirigido por Forest Whitaker. Em
1995, Bassett estrelou ESTRANHOS PRAZERES (STRANGE DAYS) e protagonizou
com Eddie Murphy UM VAMPIRO NO BROOKLYN (VAMPIRE IN BROOKLYN). Antes
disso, ela fez o épico de Spike Lee MALCOLM X (no papel de Betty Shabazz),
OS DONOS DA RUA (BOYZ IN THE HOOD), UM TIRA NO JARDIM DE INFÂNCIA (KINDERGARTEN
COP), VIDA DE CIDADE (CITY OF HOPE), TUDO PELA VIDA (PASSION FISH) e
INOCENTE MORDIDA (INNOCENT BLOOD). Nascida na cidade de Nova York e criada
em St. Petersburg, na Flórida, Bassett ganhou uma bolsa de estudos da
Yale University, onde ela se formou em estudos afro-americanos e concluiu
o curso de teatro (MFA) na prestigiada faculdade Yale School of Drama, da
mesma instituição. Seus créditos no teatro incluem as produções Ma
Rainey's Black Bottom, Colored People's Time, Black Girl, Henry IV, Part
I, Joe Turner's Come and Gone e, com Alec Baldwin, a produção de Macbeth,
de 1998, no Teatro Municipal Joseph Papp de Nova York.
MARC BLUCAS (Scotty Duval) concluiu recentemente seu trabalho em A VIEW
FROM THE TOP, com Gwyneth Paltrow, e THEY, um thriller sobrenatural. Ele
foi visto recentemente no drama FOMOS HERÓIS (WE WERE SOLDIERS), com Mel
Gibson e Madeline Stowe, bem como na comédia de Kevin Smith O IMPÉRIO
(DO BESTEIROL) CONTRA-ATACA (JAY AND SILENT BOB STRIKE BACK), com Matt
Damon, Ben Affleck e Jason Lee, PLEASANTVILLE - A VIDA EM PRETO E BRANCO e
SUMMER CATCH, ao lado de Freddie Prinze Jr. Marc é talvez mais conhecido
por sua interpretação do personagem "Riley Finn", paquera de
Sarah Michelle Gellar no seriado de sucesso Buffy the Vampire Slayer.
GORDON CLAPP (Earl Pickney) ganhou um Emmy Award de Melhor Ator
Coadjuvante por seu trabalho na série/ drama de sucesso da rede ABC NYPD
BLUE. Ele já havia trabalhado com John Sayles desde o começo da carreira
do diretor, aparecendo em RETURN OF THE SECAUCUS SEVEN, MATEWAN - A LUTA
FINAL e FORA DA JOGADA (EIGHT MEN OUT); outros de seus filmes f
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